Economia & Mercado
Publicado em 27/05/2026, às 08h17 - Atualizado às 08h20 Divulgação Yuri Pastori
A Polícia Federal (PF) concluiu que o BRB participou das fraudes do Banco Master e não foi vítima. Segundo as investigações, os gestores do banco estatal permitiram a compra de carteiras falsas com aporte de R$ 12 bilhões mesmo com indícios de irregularidades.
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Conforme noticiou o Estadão, a apuração se baseou em anotações, mensagens, relatórios e depoimentos que indicam que o BRB deu prosseguimento em operações suspeitas desde o início das transações, no segundo semestre de 2024, apesar dos alertas internos. A PF encontrou evidências de pressão para a aprovação de contratos de forma rápida, sem análise adequada.
O relatório sigiloso foi apresentado ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça. O documento foi usado como justificativa para a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Ele é acusado de aceitar propina de R$ 146 milhões em imóveis do banqueiro Daniel Vorcaro.
Procurado, o BRB não se manifestou. A defesa de Paulo Henrique Costa, que negocia uma delação premiada, também não se manifestou ao Estadão.
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