Eleições
Publicado em 26/09/2016, às 05h50 Paulo M Azevedo Eliezer Santos e Victor Pinto
“É um direito de cada pessoa defender o que quer. Eu como pai de família, que tenho 1.300 pessoas dentro de casa, sei que toda família é vitimada com um alcoólatra ou drogado. Quando eu fui alcoólatra, comecei no primeiro gole da cervejinha. A história da maconha é a porta de entrada. De cada 100 pessoas que atendo, 95 pessoas que estão no crack ou na cocaína (...) começaram pela maconha. Como liberar num país tão vitimado?”, questionou.
“Quem quer liberar maconha, chama família, pai e mãe, filho e vai para sua sala nobre e cheira pó dentro de sua mansão. Agora liberar droga para periferia? Não posso me calar com isso”, completou.