O Tribunal Regional Eleitoral (TRE), e as polícias Federal, Rodoviária, Militar, Civil já definiram a estratégia de atuação para combater os crimes de "boca de urna" e transporte ilegal de eleitores neste domingo (31), em que será realizado o segundo turno das eleições presidenciais na Bahia.
De acordo com informações oficias, serão 24 mil policiais militares designados para acompanhar o pleito em todo o estado, na operação 2º turno.
O objetivo das instituições é coibir as práticas ilegais que aconteceram no primeiro turno (3/10). Na oportunidade, foram realizadas 73 prisões por crimes eleitorais, das quais 47 por “boca de urna”.
Segundo o TRE, as atenções dos agentes, procuradores estarão, principalmente, voltadas para o combate deste tipo de ilegalidade. No entanto, o próprio tribunal reconhece que é praticamente impossível controlar todos os colégios eleitorais e que, portanto, o crime deve acontecer.
“Em caso de desrespeito à lei, qualquer cidadão (candidato ou eleitor) pode denunciar entrando com uma representação junto a Procuradoria Regional Eleitoral, que adotará as providências legais”.
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