A gravação do 2º DVD da banda Parangolé neste domingo (17) foi planejada minuciosamente. Profissionais como Alexandre Lins, diretor musical, e Joana Mazzucchelli, diretora de imagens, renomados nacionalmente, fizeram parte da equipe do novo trabalho capitaneado pela Salvador Produções, Carreira Solo e Universal Music. A agitação tomou conta do Wet'n Wild.
Mas nem tudo deu tão certo como a produção esperava. O camarote ficava muito distante do palco projetado para o espetáculo, o que desagradou a quem pagou mais pelo conforto, se é que essa palavra pode se aplicar no referido espaço. A imprensa, que aguardava ansiosa - atrás do palco e sem acesso ao show - a entrevista coletiva marcada para depois da apresentação, que terminaria 20h, ficou frustrada.
Com acesso limitado e sem poder entrar na área VIP, onde poderiam entrevistar personalidades e visualizar o palco, e assim descrever melhor o show, os jornalistas não tiveram outra escolha a não ser esperar na sala de imprensa, de onde só se escutava o barulho das caixas de som.
Como as repetições de músicas foram muitas, o show do Parangolé foi interrompido para que tivesse início a apresentação do Sorriso Maroto no trio-elétrico, última banda da noite e que ainda tinha que cumprir agenda no interior. Por causa disso, alguns jornalistas que estavam aguardando apenas a entrevista coletiva desanimaram e foram embora.
O público também perdeu a empolgação com a quebra de ritmo, que certamente não estava no script da gravação. Tanto que quando Léo Santana voltou ao palco pela 2ª vez, a área estava quase vazia, com pouquíssimos fãs. Como a todo o momento Léo tinha que repetir músicas – o que é compreensível em gravações de DVD, alguns dos jornalistas que ainda esperavam deixaram o Wet’n Wild sem realizar o trabalho por completo.
Foto: Roberto Viana - Bocão News
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