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Publicado em 13/08/2026, às 17h52 Reprodução / TV Globo Maiara Lopes e Alan Robert
O ator Lúcio Mauro Filho surpreendeu ao revelar que recebeu um diagnóstico de câncer no intestino após realizar um check-up médico. Segundo o artista, a descoberta aconteceu depois de ele enfrentar complicações decorrentes da Covid-19 durante a pandemia.
Lúcio Mauro não informou quando recebeu o diagnóstico, em qual estágio a doença foi identificada nem quais tratamentos realizou. A revelação, até então mantida em sigilo, chamou a atenção para a importância do acompanhamento médico e do rastreamento.
O câncer colorretal afeta o intestino grosso e o reto. Entre os principais sinais de alerta estão:
Sangue nas fezes;
Mudanças persistentes no funcionamento intestinal;
Diarreia ou constipação que não melhoram;
Dor ou desconforto abdominal recorrente;
Anemia sem causa aparente;
Cansaço persistente;
Perda de peso sem explicação.
É possível ter câncer colorretal sem sintomas?
Sim. Uma pessoa pode ter alterações no intestino sem apresentar sinais perceptíveis. É justamente por isso que o rastreamento tem papel importante na prevenção e na identificação precoce da doença. Em muitos casos, o câncer colorretal se desenvolve a partir de pólipos, pequenas alterações que podem permanecer no intestino durante anos e, em determinadas situações, sofrer transformações que levam ao desenvolvimento de um tumor.
A colonoscopia é um dos exames utilizados nesse processo. Além de permitir a visualização do intestino, o procedimento possibilita a retirada de determinados pólipos durante o próprio exame, evitando que algumas lesões evoluam.
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Quando começar o rastreamento?
Para pessoas consideradas de risco habitual, a recomendação da American Cancer Society é iniciar o rastreamento do câncer colorretal aos 45 anos. A estratégia pode ser mantida regularmente até os 75 anos, considerando as condições de saúde e a expectativa de vida de cada paciente.
No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou, em maio de 2026, a adoção de um protocolo de rastreamento do câncer colorretal no Sistema Único de Saúde (SUS). A estratégia utiliza o teste imunoquímico fecal (FIT) para pessoas assintomáticas entre 50 e 75 anos. Quando o resultado apresenta alteração, o paciente é encaminhado para investigação complementar. A definição do exame e da periodicidade do rastreamento pode variar conforme a idade, histórico familiar, fatores de risco e condições individuais. As informações são da CNN.