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Publicado em 06/03/2026, às 15h02 Reprodução/Redes sociais Antonio Dilson Neto
O ator e produtor Léo Fuchs revelou nas redes sociais que foi diagnosticado com hepatite A, chegou a ser internado e correu risco de precisar de transplante de fígado devido às altas taxas da doença. Em um vídeo publicado no Instagram na quinta-feira (5), ele contou que recebeu alta hospitalar, mas segue em casa sob monitoramento médico.
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Segundo o ator, os primeiros sintomas apareceram no fim de janeiro, quando ele começou a sentir cansaço e febre durante uma viagem a Miami, nos Estados Unidos. Após perceber sinais como pele amarelada, fezes claras e urina escura, ele procurou atendimento médico e realizou exames que confirmaram o diagnóstico.
“Fiz os exames e deu que estava com hepatite A. Na mesma hora, peguei o avião e voltei para o Brasil”, relatou.
Já no país, Fuchs afirmou que suas taxas voltaram a subir, o que levou à necessidade de internação na Clínica São Vicente, onde permaneceu por quatro dias. De acordo com ele, os médicos chegaram a alertar para o risco de uma hepatite fulminante, quadro raro que pode levar à perda da função do fígado e até à necessidade de transplante.
“A médica queria me colocar direto no CTI. Quando entendi que poderia evoluir para perda da função do fígado, foi um baque enorme”, contou.
Apesar da alta hospitalar, Fuchs disse que as taxas da doença continuam elevadas, o que exige acompanhamento médico constante. Por isso, ele ainda não pode retornar aos Estados Unidos.
Ao final do relato, o artista fez um alerta sobre a importância da vacinação contra hepatite A. “Se eu tivesse tomado a vacina, provavelmente não estaria passando por isso”, afirmou.
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