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Publicado em 14/10/2026, às 18h28 Divulgação/TV Globo Analu Teixeira
A campeã do Big Brother Brasil 17, Emilly Araújo, virou alvo de críticas após publicar um vídeo em que questiona a presença da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), uma mulher trans, na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulherda Câmara dos Deputados.
Na gravação, divulgada nesta terça-feira (13), a influenciadora se referiu à parlamentar como “um homem biológico”, declaração que motivou acusações de transfobia.
No vídeo, Emilly afirma apoiar uma mudança na Presidência da República e manifesta apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Ao rebater críticas direcionadas à direita, ela declarou que “a direita não odeia as mulheres” e defendeu que cada mulher tenha autonomia para decidir como deseja conduzir a própria vida, inclusive em relação a modelos de relacionamento.
A influenciadora, que também falou sobre sua fé cristã, questionou diretamente a escolha de Erika Hilton para comandar a comissão. “Uma coisa que eu não vejo lógica é um ‘homem biológico’ estar na presidência da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados”, afirmou.
A fala provocou reações nas redes sociais, com usuários acusando Emilly de transfobia e criticando a forma como ela se referiu à deputada. Entre os comentários, houve quem classificasse a declaração como preconceituosa e quem sugerisse que a influenciadora estaria tentando recuperar visibilidade com a polêmica.
Emilly também rebateu o que considera contradições nas críticas que recebe por seu posicionamento político. “É impressionante que a turminha do amor é que mais incita ódio e violência contra uma mulher, só porque tem uma opinião diferente”, declarou.
Durante o desabafo, a ex-BBB afirmou ainda que tem recebido mensagens que fazem referência à agressão sofrida por ela durante sua participação no reality. Segundo Emilly, algumas pessoas dizem que ela deveria ter apanhado mais. A influenciadora afirmou que está reunindo registros e encaminhando as mensagens à equipe jurídica.
“Saibam que vocês estão sendo printados e encaminhados para minha equipe jurídica”, disse.
A publicação também abordou a relação de Emilly com a religião e suas opiniões sobre os direitos das mulheres. No entanto, foi a declaração sobre Erika Hilton que concentrou parte das críticas ao vídeo.