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Publicado em 03/10/2026, às 07h56 - Atualizado às 07h58 Reprodução / RecordPlus Andreza Oliveira
Depois de diversas acusações de importunação sexual dentro de A Fazenda 18, Sérgio Cabeção voltou a ser assunto após três famosas que não estão no reality revelarem novas polêmicas. A história veio à tona quando Luiza Ambiel relatou que o peão encostou o órgão genital nela sem seu consentimento.
De acordo com a ex-Banheira do Gugu, a situação aconteceu nos bastidores do reality "Made in Japão", comandado por Sabrina Sato na Record. Na situação, conforme o relato, eles estavam enfileirados para uma prova, no momento em que Sérgio teria ido com tudo para cima dela.
"Não sei como, ele conseguiu colocar o negócio dele para frente, estava duro e eu estava de costas [...] Ele enfiou aquilo com tudo atrás de mim. Doeu, claro... aí dei um grito. Quando virei e vi o que era, falei 'Tá maluco', comecei a xingar ele e tal. Fui para cima dele e as meninas me seguraram", contou.
A famosa ainda explicou que o caso não se tornou público porque a esposa do ator estava grávida e ele não estava bem psicologicamente. Segundo ela, o Fazendeiro da semana no confinamento rural saiu com a desculpa de que estava com dor nas costas. “Foi tirado do programa como se estivesse com dor nas costas, não foi, foi por causa disso", concluiu. No entanto, Dino Boyer, empresário de Sérgio, alegou que ele realmente saiu do programa por causa da coluna.
A mãe da cantora Ludmilla, Silvana Oliveira, que também fez parte do mesmo reality, saiu em defesa de Ambiel. “Eu participei e posso afirmar que muita coisa que está sendo relatada não é novidade para mim. É muito triste ver que, tantas vezes, as pessoas só acreditam na palavra de uma mulher quando a situação chega ao extremo, quando acontece o pior", iniciou.
“Meu coração está com a Bruna e com todas as mulheres que passaram por situações semelhantes. E é importante dizer: não foi somente com a Luísa. Existem outras mulheres que participaram do programa e que também poderiam contar o que viveram", continuou.
Antes de encerrar, ela revelou que não mencionaria os nomes da vítimas. "Não cabe a mim expor nomes ou falar por ninguém. Cada mulher sabe da sua própria história e tem o direito de decidir se quer ou não se manifestar", destacou.
"Mas uma coisa eu posso dizer: existem outras histórias. E talvez, se as pessoas tivessem dado mais voz e credibilidade às mulheres desde o início, muita coisa poderia ter sido diferente", concluiu.
Outra participante do Made In Japão, Quitéria Chagas, também confirmou a versão apresentada pela ex-Fazenda. Ninguém falou na época porque haviam questões contratuais, abafaram o caso e a pandemia explodiu logo depois”, destacou ela, que completou: “Tudo aconteceu... não sabem da missa a metade”.
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