☰
✕

Entretenimento

Deolane parte para cima de delegado na Justiça, contesta provas e dispara declaração ácida em processo de R$ 81 mil

Deolane questiona autenticidade de vídeos, nega intenção de ofender o policial e acusa agente de tentar silenciá-la após críticas à Operação Integration  |  Reprodução / Redes Sociais

Publicado em 09/10/2026, às 11h29   Reprodução / Redes Sociais   Tiago Di Araújo

Deolane Bezerra decidiu reagir na Justiça ao processo movido pelo delegado Paulo Gustavo Gondim Borba Correia de Souza, da Polícia Civil de Pernambuco, e colocou em xeque as provas apresentadas contra ela. A influenciadora apresentou sua defesa no caso, que envolve declarações públicas sobre a atuação do policial durante a investigação da Operação Integration. O documento foi anexado aos autos em 1º de outubro, segundo informações da coluna Fábia Oliveira.

O delegado pede uma indenização de R$ 81 mil por danos morais. A ação foi ajuizada após Deolane afirmar publicamente que ele teria cometido “abuso de autoridade” e promovido uma “prisão criminosa e ilegal”. Paulo classificou as declarações como caluniosas e levou o caso à Justiça.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Na contestação, a influenciadora não apenas negou ter agido com a intenção de ofender o policial, como também questionou a comprovação das falas atribuídas a ela.

Deolane Bezerra contesta acusação de delegado
Deolane Bezerra contesta acusação de delegado
Deolane Bezerra contesta acusação de delegado
Deolane Bezerra contesta acusação de delegado
Deolane Bezerra rebateu as acusações contra ela e declarou que permanece firme na fé — Foto: Reprodução/Instagram
Deolane Bezerra afirmou, em carta, que acredita que o período de prisão está próximo do fim — Foto: Reprodução/Instagram

Deolane questiona vídeos e pede perícia

Um dos principais pontos da defesa é a autenticidade dos vídeos apresentados pelo delegado no processo. Deolane afirmou que os arquivos aparentam ter sido editados e defendeu a realização de uma perícia para verificar a veracidade e a integridade do material.

A influenciadora também sustentou que Paulo não apresentou provas suficientes de que ela tenha feito as declarações nos termos descritos na ação. Segundo a defesa, faltariam gravações de entrevistas e documentos capazes de confirmar as acusações.

Outro ponto contestado envolve uma suposta transmissão ao vivo na qual Deolane teria acusado o delegado de mentir e de tentar ludibriar a Justiça e o Ministério Público. Ela alegou que o autor não comprovou a realização da live nos moldes relatados.

Influenciadora acusa delegado de tentar silenciá-la

Deolane pediu que a ação seja julgada improcedente mesmo que os vídeos sejam considerados válidos. Na avaliação da defesa, o conteúdo demonstra críticas à atuação profissional do delegado e aos supostos erros cometidos por ele na condução do inquérito da Operação Integration, e não uma tentativa de atacá-lo pessoalmente.

A influenciadora também invocou a liberdade de manifestação do pensamento e argumentou que as críticas à atuação de um agente público fazem parte do debate sobre o exercício de suas funções.

Em outro trecho da contestação, Deolane acusou Paulo de tentar silenciá-la por considerá-la uma “desafeta”. Ela ainda questionou a alegação de danos morais, afirmando que o delegado não teria demonstrado abalo psicológico ou prejuízos aos seus direitos que justificassem a indenização solicitada.

Defesa faz declaração ácida sobre o delegado

O trecho mais contundente da contestação aparece na argumentação sobre os supostos efeitos das declarações na vida do policial. Deolane afirmou que, caso os fatos narrados tenham sido suficientes para abalar o psicológico de Paulo, ele “não poderia exercer o cargo de delegado, que demanda maior fortitude mental”.

A declaração integra a defesa apresentada pela influenciadora, que pede a rejeição da ação indenizatória de R$ 81 mil movida pelo delegado da Polícia Civil de Pernambuco.

Classificação Indicativa: Livre


Tagsdeolane bezerraoperação integrationdelegado Paulo Gustavoindenização por danos moraisprocesso contra Deolane