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Publicado em 23/10/2026, às 16h59 - Atualizado às 17h37 Divulgação Alan Robert
A empresária Val Marchiori e o marido, Amilton Augusto, foram condenados pela Justiça a pagar R$ 3,4 mil a um eletricista por serviços realizados em um imóvel do casal em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A decisão foi proferida em 9 de outubro pela Vara do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Araras, em São Paulo, após uma ação ajuizada em agosto. Val afirmou que vai recorrer.
Segundo informações da coluna Fábia Oliveira, o juiz Paulo Rogério Malvezzi considerou comprovada a realização de uma inspeção elétrica em benefício direto do casal. A defesa argumentou que os dois eram apenas destinatários finais do projeto, mas o magistrado entendeu que não foram apresentados elementos capazes de afastar o direito do profissional de receber pelo trabalho executado.
O processo foi movido por Lucas Soares Ferreira, profissional autônomo da área elétrica, e também incluiu o engenheiro André Alves Justino, que teria intermediado a contratação. O eletricista afirmou que realizou uma inspeção completa e pequenos reparos emergenciais no imóvel em maio deste ano, com a expectativa de receber R$ 3,4 mil. O valor, segundo ele, não foi pago.
Além do pagamento pelos serviços, Lucas pediu R$ 5 mil por danos morais. Ele alegou que Amilton o teria ameaçado e intimidado durante a cobrança, afirmando que usaria sua condição de advogado para processá-lo.
O juiz, porém, rejeitou o pedido de indenização por danos morais por considerar que os documentos apresentados não comprovaram a suposta ameaça. André Alves Justino também foi excluído da responsabilização, já que sua atuação foi considerada a de um intermediador da contratação.
Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, Val Marchiori contestou a decisão e afirmou que não reconhece a dívida. A empresária também alegou que seu nome é utilizado de maneira indevida em situações que considera injustas.
“Repudio profundamente a forma como essa situação vem sendo conduzida e divulgada. Como demonstram as conversas apresentadas, o próprio proprietário da empresa responsável pelo serviço relacionado à troca de energia solar reconheceu que houve má-fé na conduta do profissional envolvido. Infelizmente, por ser uma pessoa pública, muitas vezes me vejo envolvida em situações injustas, nas quais meu nome é utilizado de maneira indevida”, declarou.
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“Quero deixar claro: nem eu nem meu marido reconhecemos essa dívida ou qualquer responsabilidade por ela. Vou recorrer da decisão judicial.”, afirmou.