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Publicado em 07/11/2026, às 08h14 - Atualizado às 08h31 Reprodução / Record Alan Robert
O terapeuta Sandro Barros reagiu à declaração de Serginho Hondjakoff sobre dependência química durante uma conversa em A Fazenda 18, reality show da Record. Conhecido por interpretar Cabeção em Malhação, o ator falou sobre sua visão a respeito do vício e relacionou a doença a questões emocionais e comportamentais.
A fala foi compartilhada por Sandro, que já acompanhou Serginho durante seu processo de recuperação. Em conversa com a coluna de Fábia Oliveira, o profissional elogiou a reflexão do artista e afirmou que ficou satisfeito ao perceber que os conhecimentos adquiridos durante o tratamento continuam fazendo parte de sua trajetória.
É motivo de grande alegria perceber quando uma pessoa começa a reconhecer suas dificuldades, compreender seus comportamentos e desenvolver novas ferramentas para lidar com a própria vida”, declarou o terapeuta.
Durante a conversa no reality, Serginho apresentou sua interpretação sobre a dependência química e a relacionou a dificuldades emocionais e comportamentais.
“É vício de comportamento. É uma patologia mental, uma comorbidade psíquica, né? Que existe um CID, um CID para isso”, afirmou o ator.
Na sequência, explicou como define a doença: “Eu defino a doença da adicção como inabilidades emocionais, dificuldade de viver a vida como ela é, comportamentos equivocados e crenças distorcidas”.
O ator ainda comentou que esse conjunto de comportamentos pode incomodar pessoas que levam uma vida que considera plena, citando trabalhadores e indivíduos dedicados às próprias famílias.
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Ao comentar a participação do artista no programa, Sandro comentou que a recuperação não se limita a interromper o consumo de substâncias, mas também envolve mudanças na maneira de lidar com as emoções e com os desafios cotidianos.
A dependência química não envolve apenas o consumo de substâncias. Muitas vezes, está associada a questões de saúde mental, comorbidades psíquicas, dificuldades emocionais, crenças distorcidas e comportamentos que comprometem a capacidade de enfrentar a realidade e administrar as próprias emoções”, explicou.
O profissional também afirmou que o tratamento oferece ferramentas, mas que a continuidade do processo depende do comprometimento de cada pessoa.