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Publicado em 09/10/2026, às 17h46 30% da herança será destinado à viúva do ex-jogador enquanto 70% ficará para os 7 filhos - Reprodução/Magnific Elisa Martins
A família e herdeiros de Pelé ainda não receberam o patrimônio deixado para eles, mesmo depois de quase 3 anos que o ex-jogador faleceu. O processo de inventário não foi concluído e também não há prazo para quando isso ocorrerá.
Edson Arantes do Nascimento morreu aos 82 anos, em 29 de dezembro de 2023, e imóveis como casas, flats e salas comerciais que pertenciam ao ex-jogador estão sendo vendidos para quitar dívidas com credores e bancos.
É estimado que a fortuna do Rei do Futebol esteja entre R$ 50 milhões e R$ 80 milhões. No entanto, não há confirmação oficial do montante, logo o valor da partilha continua indefinido.
De acordo com a coluna Entretê, do Terra, o objetivo da venda dos bens é resolver as divídas financeiras antes que o patrimônio seja repartido entre os beneficiários, que são: a viúva do ex-jogador, Márcia Aoki, os sete filhos reconhecidos e a enteada Gemima Lemos Macmahon.
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Para Márcia ficou 30% dos bens de Pelé, com a casa onde o casal vivia inclusa, localizada em Guarujá, no litoral de São Paulo.
Os outros 70% devem ser encaminhados aos demais herdeiros, divisão que segue as regras aplicáveis à sucessão.
Todos os sete filhos reconhecidos do famoso foram contemplados no inventário. São eles: Edson Cholbi Nascimento, o Edinho; Kely Cristina Cholbi Nascimento; Jennifer Cholbi Nascimento; Flávia Kurtz Arantes do Nascimento; Sandra Regina Arantes do Nascimento Felinto; e os gêmeos Joshua Seixas Arantes do Nascimento e Celeste Seixas Arantes do Nascimento.
Os três primeiros são filhos do primeiro casamento, enquanto os dois últimos são frutos do segundo casamento do ex-jogador, com a cantora gospel Assíria Nascimento.
No caso de Flávia, houve o reconhecimento por Pelé como filha socioafetiva, o que tornou possível que fosse incluída na divisão da herança. Ele manteve relacionamento com a mãe dela, em 1969, durante uma viagem a Porto Alegre.
O processo foi diferente para Sandra Regina Arantes do Nascimento Felinto. Ela precisou recorrer à Justiça para obter o reconhecimento e um exame de DNA, realizado em 1992, confirmou a paternidade. Após recursos, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 1996, negou a realização de um novo exame. Desde então, ela pôde usar o sobrenome Arantes do Nascimento.
Sandra morreu em 2006 e os seus dois filhos, Octavio Felinto Neto e Gabriel Arantes do Nascimento Felinto, irão dividir entre si a parte da herança que caberia a ela.
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