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Publicado em 26/07/2026, às 08h01 - Atualizado às 08h05 Reprodução Redação Bnews
A influenciadora Sara Gilson, de 43 anos, foi assassinada a tiros pelo marido, Jeremiah Duffey, de 48, na noite de 23 de julho, na cidade de Owasso, no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos. Segundo autoridades locais, o homem teria matado a esposa dentro de casa e, em seguida, tirado a própria vida. O caso ocorreu poucas semanas depois de Sara publicar um vídeo no TikTok com acusações graves contra o companheiro.
Criança pediu ajuda e acionou a polícia
De acordo com a investigação, a polícia foi chamada por volta das 23h15 após uma criança que morava na residência pedir ajuda. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram Sara Gilson e Jeremiah Duffey sem vida.
As primeiras apurações indicam que o homem efetuou os disparos contra a influenciadora antes de cometer suicídio. O caso segue sob investigação das autoridades americanas.
Vídeo com acusações viralizou antes do crime
Dias antes da morte, Sara havia viralizado nas redes sociais ao publicar um vídeo direcionado ao marido. Na gravação, ela afirmou estar “se preparando para quando a Netflix lançasse um documentário sobre seu futuro ex-marido”, alegando ter descoberto que ele seria pedófilo.
Na legenda da publicação, reforçou a acusação ao escrever: “Quem dera fosse brincadeira”.
Medidas protetivas já haviam sido solicitadas
Registros judiciais apontam que a influenciadora já havia recorrido à Justiça em busca de proteção. Em junho deste ano, ela obteve uma medida protetiva de emergência que determinava que Jeremiah Duffey deixasse a residência e mantivesse distância de cerca de 90 metros.
A decisão foi posteriormente prorrogada até agosto. No pedido, Sara relatou que o marido possuía uma arma de fogo, fazia ameaças de suicídio e já havia deixado a casa.
Outras acusações envolvem adolescente
Paralelamente, uma segunda medida protetiva foi solicitada contra Jeremiah Duffey por uma mãe, em nome da filha de 15 anos, atleta de uma equipe de basquete treinada por ele.
Segundo os documentos apresentados à Justiça, o treinador teria assediado a adolescente, enviado mensagens, feito convites considerados inadequados durante uma viagem para um torneio e oferecido dinheiro para que ela não contasse o ocorrido.
As acusações ainda não haviam sido analisadas pelo Judiciário quando o crime aconteceu. As autoridades dos Estados Unidos seguem reunindo informações para esclarecer todos os detalhes do caso.