Entretenimento
Publicado em 03/07/2026, às 13h04 - Atualizado às 13h39 Reprodução / Redes Sociais / Instagram / @raony_pacheco Cauan Borges
A briga e troca de provocações entre a Globo e a CazéTV seguem a todo vapor durante a Copa do Mundo de 2026. Em coluna publicada nesta sexta-feira (3) pelo jornal 'O Globo', a jornalista Anna Luiza Santiago atribuiu "nota 0" ao narrador Raony Pacheco, integrante da emissora comandada pela LiveMode, e apontou excesso de empolgação durante as transmissões do torneio.
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Segundo a publicação, a principal crítica está relacionada ao tom adotado pelo narrador, considerado exagerado até mesmo em lances sem grande emoção. O texto também estende a avaliação às entradas ao vivo feitas pela equipe da CazéTV com torcedores antes das partidas.
Para exageros nas narrações de Raony Pacheco na Cazé TV. Tudo transcorre sempre num volume altíssimo, e há uma empolgação demasiada em lances simples. Aliás, acontecem excessos parecidos durante entrevistas da equipe com torcedores nos pré-jogos", escreveu Anna Luiza Santiago.
Confira a publicação:
Nota 0: exageros nas narrações de Raony Pacheco na Cazé TV https://t.co/R404n6uTc9
— Jornal O Globo (@JornalOGlobo) July 3, 2026
Disputa pelos direitos da Copa de 2030
Além das críticas à cobertura, a concorrência entre Globo e CazéTV promete ganhar força nos próximos meses. De acordo com o colunista Rodrigo Mattos, do UOL, a disputa pelos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2030 deve se intensificar ainda no segundo semestre.
Os dois grupos atuam com modelos de negócios distintos. A CazéTV, administrada pela LiveMode em parceria com o YouTube, trabalha com um contrato que prevê um valor mínimo garantido à Fifa. Para equilibrar esse investimento, a plataforma depende fortemente da venda de publicidade, especialmente de patrocinadores ligados ao mercado de apostas esportivas.
Esse modelo, no entanto, pode enfrentar obstáculos diante das discussões recentes sobre a publicidade de casas de apostas, tema que pode influenciar as negociações para o próximo Mundial.
Já a Globo segue um formato tradicional de aquisição dos direitos de transmissão, sem a obrigação de garantir um valor mínimo à Fifa. Embora também conte com anunciantes do setor de apostas, a exposição desse tipo de publicidade costuma ser mais discreta. Nos bastidores da emissora, a renovação dos direitos para a Copa de 2030 é tratada como prioridade.
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