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Entretenimento

Justiça condena Bia Miranda e Gato Preto a pagarem mais R$ 200 mil em indenizações após acidente

As indenizações são por danos morais e danos materiais a duas vítimas de um acidente de trânsito, que aconteceu em 2025 em São Paulo  |  Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 19/10/2026, às 15h31   Reprodução/Redes Sociais   Sophia Souza

A Justiça de São Paulo condenou os influenciadores Bia Miranda e Samuel Sant’Anna, conhecido como Gato Preto, a pagarem R$ 210 mil em indenizações por danos morais a duas vítimas de um acidente de trânsito que aconteceu em 2025. 

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Segundo a sentença, Gato Preto deverá pagar R$ 160 mil por danos morais, sendo R$ 100 mil a Ivan Bartalot Pereira Maiorano e R$ 60 mil ao pai dele, Edilson Maiorano. Além disso, ele também foi condenado a pagar R$ 1.335,99 por danos materiais.

Já Bia Miranda deverá pagar R$ 30 mil a Edilson e R$ 20 mil a Ivan, totalizando R$ 50 mil por danos morais. 

O acidente

O carro dirigido por Gato Preto, um Porsche conversível, avançou o sinal vermelho em alta velocidade e bateu em um Hyundai HB20 na Avenida Brigadeiro Faria Lima. Na ocasião, ele e Bia Miranda, que estava no banco do passageiro, teriam saído do local sem prestar socorro. 

Segundo o Ministério Público, os laudos apontaram que Gato Preto estava sob efeito de álcool, ecstasy e maconha quando avançou o sinal vermelho.

No HB20 estavam Edilson Maiorano e seu filho, Ivan Bartalot Pereira Maiorano. Ivan sofreu fraturas na mandíbula e precisou de acompanhamento médico por três meses.

Em maio deste ano, Gato Preto e Bia Miranda viraram réus por duas tentativas de homicídio por dolo eventual, ou seja, quando se assume o risco de matar. 

Publicações nas redes sociais

Apesar de não ter responsabilidade no acidente em si, Bia Miranda responde pelas condutas após a colisão.

O juiz considerou que ela gravou um vídeo enquanto Ivan era socorrido e divulgou as imagens para seus seguidores. A sentença ainda afirma que a influenciadora se referiu a Edilson como “senhorzinho” e ao carro destruído como “lixo”.

A defesa de Bia afirma que o vídeo era apenas para informar os seguidores sobre seu estado de saúde. O argumento, no entanto, foi negado pelo magistrado, que entendeu que as publicações expuseram as vítimas. 

Classificação Indicativa: Livre


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