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Lamborghini vendida por Deolane é apreendida e comprador acusa empresária de calote

Lamborghini vendida por Deolane é apreendida e comprador afirma ter pago cinco parcelas de um acordo de R$ 3 milhões.  |  Reprodução / Redes sociais

Publicado em 15/10/2026, às 17h22 - Atualizado às 17h53   Reprodução / Redes sociais   Alan Robert

Uma Lamborghini Urus avaliada em R$ 3 milhões, vendida por Deolane Bezerra, foi apreendida em agosto de 2026. Após o caso, o empresário Rafael, responsável pela compra do veículo por meio da empresa Zeus Comércio de Pescados Ltda., cobra uma solução para o prejuízo que afirma ter sofrido com a negociação. 

Segundo informações divulgadas pelo portal LeoDias, o comprador relata que fechou o negócio em janeiro de 2026, com pagamento previsto em 20 parcelas de R$ 150 mil. Ele afirma ter quitado cinco prestações, totalizando R$ 750 mil, antes de descobrir que o automóvel estava com uma restrição judicial. 

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O bloqueio teria sido registrado em maio de 2026 e estaria relacionado a um processo criminal no qual Deolane figura como ré, em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. A Lamborghini foi apreendida meses depois, em agosto, em um estacionamento. 

Diante da situação, Rafael enviou uma notificação solicitando que os envolvidos se manifestassem em até dez dias. O empresário afirma que tentou chegar a um acordo, mas não obteve resposta. 

Lamborghini vendida por Deolane é apreendida, e comprador acusa empresária de calote. Foto: Redes sociais
Lamborghini vendida por Deolane é apreendida, e comprador acusa empresária de calote. Foto: Redes sociais
Lamborghini vendida por Deolane é apreendida, e comprador acusa empresária de calote. Foto: Redes sociais


DANIELE BEZERRA SE MANIFESTA 

Daniele Bezerra, irmã de Deolane, afirmou que não participou da negociação, não conhece o comprador e não pode responder por uma transação que não realizou. Segundo ela, não havia restrição judicial sobre o veículo no momento da venda, e as datas do contrato e dos pagamentos comprovariam essa versão. 

Daniele também declarou que Deolane agiu de boa-fé ao transferir o automóvel antes de receber o valor integral. Ela disse ainda que não foi procurada diretamente pelo comprador e que a notificação foi encaminhada à empresa da irmã, da qual afirma não ser sócia há bastante tempo. 


De acordo com Daniele, o advogado de Deolane orientou o representante jurídico do comprador a solicitar à Justiça a liberação do veículo e a depositar o valor restante da negociação em juízo. 

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O portal LeoDias informou que procurou a defesa de Deolane e o comprador para obter posicionamentos, mas não recebeu resposta até a publicação da reportagem. O espaço permanece aberto para manifestações. 

Classificação Indicativa: Livre


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