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Publicado em 02/02/2025, às 13h16 - Atualizado às 13h17 Foto: Araújo/AgNews Juliana Barbosa
Ídolo dos anos 2000, o padre Marcelo Rossi, de 57 anos de idade, relembrou no seu perfil do Instagram sobre ter sido curado da depressão. O religioso compartilhou seu antes e depois, neste domingo (2), com um salto de cinco anos: na primeira foto, de 2016, ele aparece mais magro e abatido, enquanto na atual, com o físico que o transformou em protagonista de memes do universo fitness. As informações são do portal Quem.
"Depressão não é frescura, mas tem cura. Cuidado do corpo, mente e espírito é essencial... tem coisas que tem que ver pra crer!", legendou.
O padre também usou a música gospel Sou um Milagre na publicação, destacando o trecho "Aquilo que parecia ser minha morte, mas Jesus mudou minha sorte, sou um milagre e estou aqui".
Em agosto, durante entrevista ao The Noite, Rossi relembrou o período em que precisou lutar pela sua saúde mental.
"Tive depressão, e não desejo para ninguém, por sete meses e 22 dias. O sacerdote muitas vezes é uma lata de lixo. Você escuta tantas coisas ruins que, se não tem uma experiência com Deus, aquilo vai te consumindo", desabafou na ocasião.
Na luta contra a depressão, o padre Fábio de Mello desabafou após receber o diagnóstico do transtorno, em janeiro.
"Quero abrir meu coração. Ao longo dessas últimas duas semanas, a depressão tomou conta de mim de novo. E nas últimas duas semanas, eu só tenho um pensamento: 'A vontade de deixar de viver'", disse.
"Quinze minutos antes de sair para o evento, eu estava na cama, incapaz de dar algo de mim a alguém. Quem me levou foi a obrigação. Depois, já no palco, senti dor no peito, sensação de asfixia, medo, angústia, tristeza, vontade incontrolável de sair e ir embora. Mas o povo estava lá, dando-me amor, carinho, oração. Eu não tinha nada a oferecer. Mas Deus me sustentou do início ao fim. Eu proclamo que estou nascendo de novo e que este é o primeiro minuto da minha nova vida", afirmou.
Não é a primeira vez que o religioso enfrenta a depressão. Em um trecho de seu livro, A vida é cruel, Ana Maria, ele conta:
"Você nunca soube dos transtornos depressivos que eu enfrentei. Muito poucos souberam. O desejo de morrer me assombrava constantemente. E ele me envergonhava." A publicação tem conversas que ele gostaria de ter tido com a mãe, que morreu de Covid em 2021.