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Publicado em 09/06/2026, às 16h47 Paulo M. Azevedo // BNews Héber Araújo
Enquanto alguns artistas como a dupla Zé Neto e Cristiano e a cantora Ana Castela recebem R$900 mil por uma única apresentação no São João da Bahia, alguns artistas contratados não vão ganhar nem um salário mínimo.
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O BNews apurou, junto ao Portal da Transparência do Ministério Público da Bahia, que algumas prefeituras do interior baiano chegaram a contratar atrações para os festejos juninos por cachês entre R$1.600 até R$800. A grande disparidade salarial ocorre devido ao menor apelo comercial que esses cantores têm com o público.
Em Senhor do Bonfim, fica nítido da preferência da cidade em pagar cachês mais altos para artistas de renome nacional, como o caso de Zé Vaqueiro que irá receber R$600 mil, e Tarcísio do Acordeon, que ganhará um cachê de R$500 mil. Enquanto isso, nomes como Manoel Monteiro e Pedro Júnior e Seus Teclados terão um cachê de R$800.
Conforme o portal da transparência, a prefeitura de Senhor do Bonfim terá uma despesa de R$4 milhões com contratações. A cidade, no entanto, contratou 8 artistas por menos de um salário mínimo, sendo que 7 tiveram os cachês firmados em R$800.
O cenário se repete em outras cidades baianas, como Muquém do São Francisco, onde houveram dez contratações no valor de R$1 mil, enquanto Léo Magalhães vai receber R$500 mil por sua apresentação, valor esse 500 vezes maior.
Já na cidade de Jaborandi, 11 contratos foram firmados com artistas que vão receber apenas R$2 mil pela apresentação no São João da cidade, enquanto a dupla Matheus e Kauan vai faturar mais de R$700 mil.
Confira a lista completa:
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