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Supostas vítimas sexuais de Michael Jackson exigem pagamento de indenização multimilionária; entenda o caso

Família envolvida no caso exige uma compensação financeira maior na Justiça, mesmo após ter tido um acordo recente  |  Divulgação / Redes sociais

Publicado em 15/01/2026, às 16h15   Divulgação / Redes sociais   Gabriel Santana

Michael Jackson sempre foi um artista rodeado de especulações e polêmicas durante toda a carreira e, mesmo após mais de 15 anos da sua morte, o artista ainda possui alguns processos na Justiça.

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Agora, o autor Frank Cascio e seus quatro irmãos processam o cantor por anos de crimes sexuais e abuso infantil. De acordo com o jornal O Globo, as supostas cinco vítimas exigem agora 200 milhões de dólares em indenização (aproximadamente R$ 1.071.940.000,00).

Segundo o advogado responsável por defender os autores da ação, Howard King explicou que a família possui 10 horas de testemunho em vídeo. O material teria sido exibido em parte a Marty Singer, o advogado do espólio: que é o conjunto de bens deixado por uma pessoa falecida, nesta quinta-feira (15).

Essas crianças estão todas traumatizadas. Uma delas, em particular, está gravemente abalada pelo que aconteceu com ela, e isso só é agravado por esses processos judiciais ridículos, em que o espólio afirma publicamente que ele está mentindo. Ele não está mentindo”, disse King.


O advogado contou que quando foi contratado para defender as supostas vítimas, em 2024, entrevistou cada um dos cinco irmãos para entender tudo sobre os abusos que foram supostamente cometidos por Michael Jackson.

Divulgação

Então, Cascio passou a ser acusado publicamente e tentar extorquir o espólio de Michael Jackson desde julho de 2025. Advogados que representam o patrimônio do cantor disseram que ele teria ameaçado tornar públicas acusações sensacionalistas contra o artista como forma de ganhar vantagem financeira.

Durante mais de 30 anos, Cascio esteve entre as pessoas mais próximas do círculo íntimo de Jackson. O contato aumentou após o astro passar períodos na casa da família, especialmente após os atentados que aconteceram no dia 11 de setembro de 2001. Em janeiro de 2020, um acordo confidencial foi firmado entre Cascio e seus advogados.

Estava previsto cláusulas e pagamentos parcelados ao longo de cinco anos, mas em julho de 2024, Cascio passou a exigir US$ 213 milhões (R$ 1,18 bilhão) após ameaçar comprometer os negócios estratégicos de Michael Jackson, como a venda de 50% do catálogo musical do cantor para a Sony e aumentar o conhecimento do caso.

A venda foi realizada em 2024 por US$ 600 milhões (aproximadamente $ 3,34 bilhões).

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