“Recebi um convite do Grêmio quando ainda estava no Vasco, mas não aceitei. Na sequência saí porque as coisas não caminharam da maneira que eu esperava. Depois eu fui para a Ponte, as coisas aconteceram, o trabalho foi muito bom e recebi esse convite para trabalhar no São Paulo, o que lógico, é sempre muito atrativo”, explicou Doriva, que disse ter saído da Macaca com os objetivos praticamente alcançados.
“O meu primeiro objetivo na Ponte era manter o clube na Série A, o que estava muito próximo de acontecer, então conversei com a diretoria e entendi que era uma oportunidade única. O que me motivou foi a identificação com o clube, tenho uma história dentro do São Paulo. Eu já projetava isso na minha carreira (de treinador), aconteceu de repente, eu optei, as coisas não aconteceram da maneira como eu esperava mas serviu como aprendizado”, declarou.
No Bahia, Doriva vai ter a missão de recolocar o time na Série A, após Sérgio Soares e Charles Fabian tentarem sem sucesso em 2015.