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Publicado em 04/01/2019, às 17h50 Felipe Oliveira / EC Bahia Redação Galáticos Online
Uma das principais contratações do Bahia para a temporada de 2019, o meia Guilherme foi apresentado oficialmente na tarde desta sexta-feira (04), na sala de imprensa do Fazendão. Em sua primeira entrevista como jogador do Esquadrão, o atleta falou sobre a emoção de voltar à capital baiana, onde morou por cerca de um ano quando atuou na base do Real Salvador, antes de se transferir para o Cruzeiro.
“Eu cheguei em Salvador com 13 anos. Me emociono assim, porque hoje eu retorno para um grande clube, sem dúvida, o maior do Nordeste. Acompanhei, quando criança, a base das duas equipes, em especial a do Bahia, e poder retornar hoje... Essa cidade, esse clube, com a minha família formada, com duas filhas... Assim quando eu me instalar eu vou andar com elas na cidade, vou mostrar onde eu morei, os campos em que eu treinei, enfim... É uma lembrança muito rica, muito positiva e que hoje faz parte não só da minha vida, mas da vida delas”, declarou.
Ao ser questionado sobre questões físicas, o atleta rechaçou que tenha um histórico de lesões e afirmou que está “muito bem”.
“Eu chego muito bem. Na verdade não foram lesões repetitivas, vamos dizer assim, o que é repetitivo é a forma como é divulgado e nem sempre é a forma verdadeira. Eu cheguei em abril de 2017 no Atlético-MG e em seguida tive uma fratura na vértebra que foi um acidente em um jogo, uma joelhada, que eu tomei e fiquei 40 dias afastado, e agora no finalzinho do ano eu fraturei o dedo do pé. Então não é totalmente verdadeiro. Foram dois acidentes, importante frisar que esse tema lesão é um passado bem distante, de outras épocas. Muscular eu estou muito bem. Nos últimos anos minha cabeça está muito boa para poder seguir assim e poder estar mais vezes possível em campo”, disse.
Sobre seu posicionamento, Guilherme falou sobre a sua origem como atacante mas declarou que fará a função desempenhada pelo treinador.
“Em relação ao posicionamento, eu surgi como atacante mesmo e depois, com a dinâmica do futebol, a mudança de esquema tático, eu acabei sendo recuado, mas não por falta de lugar, mais porque a qualidade me permitia jogar no meio de campo. Hoje eu estou mais habituado a fazer essa função, organizar o time, chegar na frente, fazer gols... Também na última temporada tive momentos também jogando pelo lado do campo, com Fernando Diniz, foi um momento especial para mim, porque antigamente eu não me achava capaz de fazer e depois que fui treinado por ele eu vi o quanto eu poderia jogar em outras funções. Não me limito a jogar em apenas uma função ou outra. De acordo com o que o professor Enderson precisar, a gente faz, mas obviamente que o mais confortável seria ali o meio de campo, chegando no ataque”, explicou.
Guilherme tem 30 anos e chega ao Bahia com contrato de empréstimo, junto ao Corinthians, válido até o final de 2019, com possibilidade de renovação por mais uma temporada.