Esporte

Organizadores do Slackline Salvador pretendem levar o esporte para escolas

O grupo que reúne para performances urbanas esteve no Humaitá na Cidade Baixa  |  

Publicado em 05/08/2013, às 07h44      Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews)

O que inicialmente seria apenas um grupo de amigos praticando, ganhou mais adeptos e já tem mais de mil pessoas ligadas ao Slackline  Salvador. Quem esteve na Ponta de Humaitá, na praia da Boa Viagem na Cidade Baixa, no domingo (4), pôde acompanhar as performances de atletas e iniciantes que atraiu olhar de curiosos.

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Para quem ainda não conhece, Slackline é uma fita elástica esticada entre dois pontos fixos, o que permite ao praticante andar e fazer manobras por cima dela.




De acordo com um dos organizadores dos encontros em Salvador, Rodrigo Fonseca, ou Digão como é conhecido, “a ideia é mostrar para as pessoas que qualquer um pode praticar. O risco é mínimo e com a prática do esporte cada um identifica qual o melhor desempenho e percebe que não é tão difícil quanto parece”, pontuou.



Lucas Sato e Digão


Digão acrescenta ainda que não tem apoio do Governo,  estadual ou municipal, mas duas empresas -a Slackline Stamm e a HC3, têm apoiado as atividades urbanas do grupo.  "Queremos ainda levar o Slackline  para as escolas. Algumas instituições particulares já nos procuraram. E foi uma interação bastante enriquecedora. Se conseguirmos aprovação e apoio, levaremos o esporte para as escolas públicas também", revelou.

Contente com o desejo dos jovens em aprender o esporte, Lucas Sato, que aceitou o desafio e pratica há algum tempo, acredita que o esporte só agrega e que a prática leva à perfeição.  "O que cada pessoa faz depende de cada um conseguir ou não. Com o esporte também é assim. E acredito que dar esta oportunidade para os jovens contribui para o crescimento de cada um", disse Sato.  

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