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Publicado em 07/03/2026, às 23h02 Reprodução Redação BNews com informações de Maycol Douglas
O Esporte Clube Bahia precisou mostrar frieza e poder de reação para conquistar o 52º título do Campeonato Baiano. Na noite deste sábado (7), o Tricolor venceu o Esporte Clube Vitória por 2 a 1, de virada, na Arena Fonte Nova, em mais um clássico Ba-Vi eletrizante.
O time tricolor saiu atrás no placar e teve dificuldades na primeira etapa, mas reagiu no segundo tempo e confirmou a virada com dois gols de Jean Lucas. Um dos jogadores que entraram na etapa final foi o volante Erick (futebolista brasileiro), que destacou o peso emocional da partida e a importância de manter a calma após o gol sofrido.
“Quando você sai atrás do placar, o clima pesa um pouco. A gente ficou nervoso depois que tomou o gol, mas é importante manter a frieza e a cabeça no lugar para que as coisas possam acontecer”, afirmou.
Segundo o jogador, a conversa no intervalo com o técnico Rogério Ceni foi fundamental para reorganizar o time dentro de campo. Erick explicou que a equipe estava precipitada nas decisões e precisava retomar a forma de jogar que vinha sendo trabalhada ao longo da temporada.
“No primeiro tempo a gente estava muito afobado em algumas decisões. Quando você toma o gol e deixa de praticar o futebol que faz parte da nossa filosofia, o jogo fica mais difícil. No intervalo, a ideia foi colocar a cabeça no lugar para voltar e jogar da forma que a gente vinha jogando”, disse.
A mudança de postura ficou clara na etapa final. Mais organizado e agressivo ofensivamente, o Bahia conseguiu criar as oportunidades que levaram à virada e à conquista invicta do estadual.
Erick também comentou sobre a mudança tática que aconteceu após sua entrada. Inicialmente cotado para atuar na lateral, ele acabou permanecendo no meio-campo, enquanto Carlos Acevedo passou a ocupar o lado direito da defesa.
“A gente ficou nervoso”, admite Erick após gol sofrido no Ba-Vi pic.twitter.com/x4PQofz972
— bnewsvideos (@bnewsvideos) March 8, 2026
“Eu sempre me coloco à disposição para ajudar. Estava pronto para entrar onde fosse preciso. Confesso que imaginei que atuaria como lateral, mas o professor estudou a partida. Ele é muito inteligente. Os gols saíram justamente por aquele lado, nas jogadas do Nick, do Kiky e do Everton. Isso tem muito da leitura tática dele”, explicou.
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