Esporte
Publicado em 11/09/2026, às 14h20 Reprodução / Freepik Gabriel Santana
O capitão da Seleção italiana e um dos principais goleiros da atualidade foi assaltado, ameaçado com uma faca e agredido por um suposto criminoso que invadiu a sua casa, em Paris, a capital francesa.
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O arqueiro italiano e atual Manchester City (ING), Gianluigi Donnarumma, acordou com um suspeito dentro de sua casa, em julho de 2023, quando ainda era um atleta do PSG (FRA) e acabou passando por momentos de terror junto à sua esposa. De acordo com o ge, o julgamento voltou à tona durante o julgamento dos suspeitos na França.
Na época, o arqueiro estava no apartamento de uma das regiões mais requisitadas de Paris, a Avenue Montaigne, junto com Alessia Elefante, sua então namorada e hoje esposa, que estava grávida no dia do assalto. O camisa 1 deu o seu depoimento à Justiça e contou a sua versão.
Donnarumma relatou que acordou com um dos invasores mandando que ele ficasse em silêncio. Em seguida, o arqueiro teria sido atingido no rosto com um soco inglês e ameaçado com uma faca, pois o suspeito estava exigindo relógios de luxo. O camisa 1 indicou um relógio de grife que estava sobre uma cômoda.
Além do arqueiro, Alessia também foi agredida e amarrada. Os criminosos estavam exigindo dinheiro, relógios e outros objetos de valor. Donnarumma entregou quase R$ 12 mil em dinheiro vivo, além do relógio e outras joias.
No julgamento, o italiano relatou que os invasores também exigiram a senha de um cofre. Alessia, então, contou aos suspeitos que não sabia o código e que o guarda-valores estava vazio, mas os criminosos agiram com violência ao puxar os seus cabelos e atingindo as suas pernas. A mulher ainda teria contado que estava grávida.
Os criminosos teriam entrado no apartamento pela varanda. Para chegar ao imóvel, os suspeitos usaram uma escada até o telhado do edifício e entraram pela varanda, onde quebraram uma janela. De acordo com o ge, depois da fuga, o casal conseguiu se libertar e procuraram ajuda em um hotel da região, onde foram encaminhados para um hospital.
Três homens são julgados em Paris pelo assalto. Ilyas Kherbouch, conhecido como Ganito, e Khyan Mamouni, chamado de Kiki, são acusados de coordenar o crime enquanto estavam presos. Os dois negam envolvimento.
Um outro suspeito de 24 anos, identificado como Moktar Diop, também responde pelo caso, mas nega ter agredido o goleiro e a esposa. Um quarto suspeito, que tinha admitido a sua participação no ataque, morreu na prisão em 2024.
Outros dois envolvidos, que na época eram menores de idade, já foram condenados por um tribunal juvenil no último julho. Ambos foram penalizados em três e quatro anos de prisão.
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