Esporte
Publicado em 24/06/2026, às 16h15 - Atualizado às 16h30 Matheus Simoni / BNews / Montagem BNews Tácio Caldas e Matheus Simoni
O BNews está acompanhando o Brasil durante sua trajetória na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. Dessa vez em Miami, local do terceiro e último confronto da seleção nesta etapa da competição, o repórter Matheus Simoni ouviu algumas personalidades. Entre elas estava Denilson, ex-jogador, pentacamoeão e atualmente comentarista de futebol que falou sobre Neymar e o momento da seleção.
Ao falar sobre Neymar, "Denishow" — como é conhecido o ex-jogador — revelou sua expectativa para a possível estreia do craque do Santos. De acordo com ele, será "importante" para o camisa 10 do Brasil ter minutos em campo contra a Escócia.
A expectativa é de ver o Neymar alguns minutos, que eu acho que é importante para ele, para a sequência. [...] Eu gostaria de vê-lo ali, sei lá, 15, 20 minutos, para tentar ir ganhando o ritmo. Por causa da sequência que eu acho que aí começa uma Copa do Mundo diferente. Não só técnica, física, mas principalmente mental”, disse Denilson.
O ex-jogador também falou sobre o momento vivido pela seleção brasileira. De acordo com Denilson, o Brasil não deve ter dificuldades para confirmar sua classificação para a próxima fase da Copa do Mundo.
Acho que a gente não vai ter dificuldades na classificação, porém vamos ter dificuldades no jogo. Acho que vai ser um jogo, agora contra a Escócia, um jogo difícil, complicado, um jogo disputado, como vem sendo os jogos do Brasil. Acho que a gente não vai ver nada de diferente do que a gente viveu até agora”, comentou.
Próximos adversários
Denilson também falou sobre os possíveis futuros adversários do Brasil na próxima fase do mundial. Para ele, enfrentar a Holanda ou o Japão será muito difícil.
Duríssimos. A Holanda está (com) um time muito forte, muito competitivo. O Japão, que já há alguns anos para cá, acrescentaram a técnica e física, porque eles sempre tiveram organização, sempre foram um time muito bem organizado taticamente, só que agora tecnicamente e fisicamente os caras estão voando. Hoje a gente vê uma seleção do Japão jogando melhor do que a seleção brasileira, tá no caminho do Brasil e é a mesma forma o Holanda, então é duríssimo o jogo, dependendo do adversário que a gente vai pegar. [...] É (uma) partida tensa, duríssima”, ponderou o pentacampeão.
Vale lembrar que, apesar de remota e improvável, ainda há chances do Brasil ficar em terceiro lugar do Grupo C. Caso isso aconteça, a seleção brasileira pode pegar a equipe que ficar em primeiro lugar dos grupos A, E ou I. E nestes casos, a tendência é que os adversários sejam México, Alemanha ou França.
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