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Empresas suspeitas de ligação com o PCC agenciam jogadores renomados do futebol mundial; saiba detalhes

Agências de jogadores são acusadas de lavar dinheiro para a facção criminosa PCC  |  Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 27/09/2025, às 08h46   Reprodução/Redes Sociais   Marcelo Ramos

Três empresas de agenciamento de jogadores do futebol brasileiro estão sob suspeita de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). São elas Lion Soccer Sports, UJ Football Talent e FFP Agency.

Segundo informações divulgadas pelo portal Lance, as três agências têm juntas aproximadamente 200 atletas entre seus agenciados. Entre eles jovens de categorias de base de grandes clubes até craques com convocação para a Seleção Brasileira.

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De acordo com a investigação da polícia, a suspeita é a de que o PCC utiliza essas empresas para movimentar dinheiro obtido com o tráfico de drogas por meio de contratos, comissões e negociações no futebol. As empresas aproveitam a ascensão rápida e valorização dos jogadores para intermediar vendas, empréstimos e remunerações, camuflando recursos ilícitos em transações esportivas.

Dentre os atletas renomados agenciados pelas empresas estão o zagueiro Éder Militão, atualmente no Real Madrid e representado pela UJ Football Talent, e Lucas Beraldo, defensor do Paris Saint-Germain. Ambos acumulam convocações pela Seleção Brasileira.

Para as autoridades, não há evidências nas investigações que comprovem a participação ou o conhecimento dos atletas sobre os crimes cometidos.

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