Esporte

Fim do ‘pózinho de pirlimpimpim’: Rebeca Andrade revela quando vai se aposentar da ginástica

A maior medalhista olímpica do Brasil, Rebeca Andrade, revela que pretende encerrar sua carreira no solo após os Jogos de Los Angeles em 2028  |  Alexandre Loureiro/Comitê Olímpico Brasileiro

Publicado em 06/10/2025, às 20h49   Alexandre Loureiro/Comitê Olímpico Brasileiro   Analu Teixeira

A maior medalhista olímpica da história do Brasil, Rebeca Andrade, revelou nesta semana seus planos para o futuro da carreira na ginástica artística. Em entrevista à rádio CBN, a atleta anunciou que pretende encerrar sua carreira no solo após os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028, mantendo-se em outras modalidades até lá. 

Rebeca explicou que chegou a considerar a aposentadoria após as Olimpíadas de Paris em 2024, mas decidiu seguir competindo por mais quatro anos.

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"No máximo até 2028, depois da Olimpíada de Los Angeles. Eu ia parar agora em Paris. Não dá pra ir mais longe não. O 'pózinho de pirlimpimpim' vai acabar em 2028", afirmou a ginasta. 

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A decisão de se aposentar do solo, modalidade de maior impacto físico, tem motivo de saúde. Rebeca já passou por oitos cirurgias e inúmeras recuperações. 

"Quando eu era mais nova, se eu não fazia uma boa competição, achava que o mundo tinha acabado. Hoje, eu consigo separar expectativa do público da minha obrigação comigo mesma (...). Foram 20 anos de carreira, suportando 14 vezes o meu peso nos movimentos. É muito impacto. Preciso entender meus limites para chegar longe", analisou. 

Ícone da ginástica e referência para uma geração, Rebeca já conquistou seis medalhas olímpicas, sendo duas de ouro, três de prata e duas de bronze. Fora dos ginásios, ela tem novos planos profissionais. A ginasta está cursando Psicologia e pretende se dedicar à profissão após encerrar a carreira esportiva, destacando a importância da terapia em sua vida desde os 13 anos.

Classificação Indicativa: Livre


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