Esporte
Publicado em 13/10/2026, às 13h04 Foto: Mark Tompson / Red Bull Content Pool Gustavo Leal
A Fórmula 1 anunciou nesta terça-feira (13) um acordo de dez anos para realizar o Grande Prêmio da África, em Ruanda. A confirmação marca o retorno da principal categoria do automobilismo mundial ao continente africano, ausente do calendário desde 1993. A prova deve estrear no início da próxima década (entre 2030 e 2031), a depender do ritmo das obras do novo circuito ruandês. Batizado de Rwanda International Circuit, o autódromo será erguido em Bugesera, a cerca de 40 quilômetros ao sul de Kigali, capital do país.
O presidente e CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, destacou que o retorno ao continente africano é um marco para a categoria. Ele reforçou que a África sempre esteve nos planos de expansão do automobilismo e que a presença global da F1 agora ganha ainda mais força.
“Hoje é um momento marcante para a Formula 1. Com Ruanda entrando no calendário a partir da próxima década, nosso esporte correrá em todos os continentes habitados, aproximando o Mundial dos fãs ao redor do mundo como nunca antes"
“A África sempre fez parte do futuro da Formula 1, e desde o início estávamos determinados a retornar da maneira certa, com o parceiro certo, um compromisso de longo prazo e uma visão clara para criar impacto significativo"
Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, disse: “O retorno do Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA à África é um momento histórico para o nosso esporte e um passo importante no crescimento contínuo do automobilismo em nível global"
A última vez que a Fórmula 1 acelerou na África foi em 1993, no GP da África do Sul, em Kyalami. A vitória ficou com o francês Alain Prost (Williams), seguido pelo ídolo brasileiro e tricampeão mundial Ayrton Senna (McLaren) em segundo, com Mark Blundell (Ligier-Renault) fechando o pódio na terceira posição.
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