Esporte
Publicado em 18/09/2026, às 10h32 Amanda Mack havia descoberto anemia aplásica grave semanas antes e aguardava transplante de medula óssea - Redes sociais Samuel de Jesus
Uma notícia trágica abalou o mundo do esporte nesta semana. A jogadora de vôlei universitário Amanda Mack morreu aos 20 anos, na noite da última quarta-feira (16), nos Estados Unidos. A atleta havia sido diagnosticada poucas semanas antes com anemia aplásica grave, uma doença que afeta a produção de células do sangue pela medula óssea, e tinha feito um transplante de medula óssea, mas acabou falecendo após o procedimento.
Holy Cross volleyball player Amanda Mack dead at 20 after being diagnosed with rare disorder https://t.co/FFc1XSsBXQpic.twitter.com/vDylJ2tcAS
— New York Post (@nypost) September 18, 2026
Terminei minha terapia imunossupressora ontem e passei por ela com reações adversas mínimas! Muito grata aos meus enfermeiros e médicos aqui do Tampa General”, escreveu ela ao lado de uma foto sua fazendo um sinal de positivo enquanto estava deitada no hospital. “Eles são uma grande bênção! Agora, vamos esperar que meu corpo recupere meu sistema imunológico e regenere minha medula óssea. Devo poder ir para casa no final da próxima semana e começar a fisioterapia e o restante do meu processo de recuperação! Obrigada a todos por se preocuparem comigo e por todos os votos de melhoras! Vocês tornaram tudo isso um pouco mais fácil.
Em julho, Amanda contou nas redes sociais que havia sido internada depois de desmaiar e sentir forte dor de cabeça. Os exames apontaram níveis extremamente baixos de hemoglobina e plaquetas. Segundo relato da própria atleta, a hemoglobina estava em 4 e as plaquetas em 1, situação considerada crítica.
O diagnóstico foi de anemia aplásica grave; os médicos chegaram a investigar se era leucemia, e o resultado saiu após duas biópsias, confirmando a doença rara.
A condição ocorre quando a medula óssea deixa de produzir adequadamente as células sanguíneas, incluindo glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
No tratamento, Amanda recebeu transfusões, passou por cirurgias de emergência e foi submetida à terapia imunossupressora. Ela havia encontrado um doador 100% compatível para um transplante de medula óssea.
Em 14 de agosto, Amanda publicou que tinha terminado a terapia imunossupressora com poucos efeitos colaterais e esperava retornar para casa para começar a fisioterapia. Pouco mais de um mês depois, a jogadora morreu.
A família se manifestou e lamentou a morte precoce da jovem atleta. As instituições Cincinnati Bearcats, Eastern Kentucky e o centro de treinamento D1 Hardin Valley estiveram entre os que lamentaram a perda.
Amanda era uma luz brilhante neste mundo e será para sempre amada e lembrada", afirmou a família.
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