Esporte
Publicado em 25/05/2026, às 15h30 Aurelien Meunier/PSG Gabriel Santana
Neymar foi um dos convocados pela Seleção Brasileira para a Copa do Mundo e a escolha foi tratada pelo jornal inglês como um ato de desespero na intenção de buscar o seu próprio “salvador da pátria”.
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Em um artigo que foi publicado pelo jornalista Jonathan Wilson, do veículo britânico The Guardian, a decisão do técnico italiano foi vista como uma aposta arriscada e sob uma tentativa de tentar simular a mesma história narrativa construída pelo craque Lionel Messi, no título mundial da Argentina, na última Copa do Mundo de 2022.
A publicação relata que o atacante brasileiro foi chamado por conta de uma “cultura da dependência” que existe em torno de Neymar e faz um alerta sobre um paralelo bem diferente em relação ao contexto da seleção da Argentina e o atual momento da Seleção Brasileira.
Wilson argumenta que os dois jogadores estão em fim de carreira, mas aponta que o cenário vivido por Messi, aos 35 anos na época da Copa de 22, liderou uma Argentina campeã da Copa América e com uma equipe forte. Ao contrário de Neymar, que aos 34 anos, vive incertezas na condição física e o Brasil não atravessa um bom momento.
Um país inteiro havia perdido a cabeça, transformado Neymar em um jogador que ele simplesmente não era, e isso não foi bom nem para ele, nem para eles”.
O jornal ainda conclui que a decisão de Ancelotti seria um “ato de fé”, alegando que teria sido forçado a fazer a escolha por conta de “exigências políticas das quais não poderia escapar". Os motivos seriam que nada no atual desempenho de Neymar pode justificar a sua convocação para a Copa do Mundo.
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