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Publicado em 30/09/2026, às 06h46 A Justiça manteve a prisão preventiva dos dez integrantes da Torcida Organizada Bamor - Reprodução Samuel de Jesus
A Justiça manteve a prisão preventiva dos dez integrantes da Torcida Organizada Bamor após audiência de custódia realizada nesta terça-feira (29). Os suspeitos são investigados por tortura, roubo, extorsão, ameaça e associação criminosa. Entre os presos estão membros da diretoria da entidade e um policial militar.
A decisão acontece após uma operação realizada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio do Gaeco, na segunda-feira (28). Durante a ação, foram cumpridos dez mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão. A sede da torcida, em Salvador, também foi fechada por determinação judicial.
De acordo com as investigações, duas pessoas foram submetidas a agressões físicas e psicológicas dentro da sede da Bamor, em julho deste ano. As violências estão relacionadas a cobranças envolvendo supostas questões financeiras.
O presidente da Bamor, Matheus Pires Castro, o vice-presidente Luciano da Silva Venâncio e outros integrantes da diretoria estão entre os presos. Um soldado da Polícia Militar também figura entre os suspeitos.
Segundo o MP-BA, os investigados teriam diferentes níveis de participação nos crimes denunciados. A investigação continua, e os suspeitos permanecem custodiados conforme determinação judicial.
O Ministério Público informou ainda que a Bamor, enquanto associação, não é investigada neste caso específico. Há, porém, uma investigação distinta envolvendo a entidade.
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