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Publicado em 24/08/2026, às 08h53 Reprodução/ Imobiliária Refúgios Urbanos Bernardo Rego
Após dois apartamentos pertencentes a Pelé que ficaram aos cuidados da família após o seu falecimento serem penhorados por uma dívida de R$ 9 mil por falta de pagamento da taxa de condomínio, o juiz juiz Raul Monteiro Siqueira Junior da 1ª Vara Cível de Santos, na última quinta-feira (20), reconheceu o pagamento da dívida e determinou a extinção do processo.
Os imóveis estão localizados na Avenida Almirante Cochrane, no bairro Embaré, em Santos, no litoral de São Paulo, e estão no espólio de Pelé cujo inventariante é o filho Edson Nascimento, conhecido como Edinho.
"Considero cumprida a obrigação exigida nos autos, movida por Edifício Residencial Dondinho contra Espólio de Edson Arantes do Nascimento, rep. p. Inventariante EDSON CHOLBI DO NASCIMENTO. Assim, julgo extinta a execução, para que produza os seus jurídicos e legais efeitos, com fundamento no art. 924,II,CPC", disse o juiz no despacho a que o Bnews teve acesso.
O nome do condomínio 'Residencial Dondinho', é em homenagem ao apelido do pai de Pelé, João Ramos do Nascimento, famoso Dondinho. A penhora se referia aos direitos dos imóveis. Pelo fato de o inventário não ter sido concluído os bens não estão definitivamente em nome dos herdeiros. Agora, eles são utilizados como garantia da dívida cobrada no processo. Não há risco de perda dos apartamentos. O primeiro apartamento foi penhorado em maio de 2025 e o segundo em outubro.
Em 2023, o condomínio já havia entrado na Justiça referente ao valor de R$ 13,8 mil de taxas de condomínio pendentes desde a morte de Pelé, em 2022, até o mês de abril de 2023.
Pelé morreu no dia 29 de dezembro de 2022, após ficar um mês internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele tinha 82 anos e lutava contra um câncer de cólon.
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