Esporte
Publicado em 18/04/2026, às 08h06 - Atualizado às 09h02 Reprodução/Redes Sociais José Gabriel
Não só o mundo do basquete está de luto pela morte de Oscar Schmidt. O esporte como um todo — e, principalmente, o futebol — sente a perda da lenda brasileira, que faleceu aos 68 anos, na última sexta-feira (17).
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Por muito tempo, Oscar estampou no peito a amarelinha da Seleção Brasileira de Basquete. Por dentro, porém, o coração do ídolo sempre foi alvinegro: nasceu torcedor do Santos e morreu apaixonado pelo Corinthians.
Desde fevereiro de 1958, Oscar se apaixonou pelo Santos, muito por conta da admiração que tinha por Pelé. A torcida pelo alvinegro praiano se misturava com a admiração pelo Fluminense, seu time favorito quando jogava futebol de botão.
O “Mão Santa” também teve passagem pelo Palmeiras, equipe pela qual atuou na base do basquete. Em 1975, estreou no time principal e, posteriormente, se consagrou campeão mundial.
Porém, foi outro clube paulista que fez Oscar Schmidt “virar a folha”. Entre 1995 e 1997, o ex-jogador atuou pelo Corinthians, foi destaque no título brasileiro de 1996 e se tornou ídolo da torcida.
Foi o Campeonato Brasileiro que me fez virar a casaca. Torcia pelo Santos e virei corintiano”, afirmou em entrevista ao ge.globo.
O amor pelo Corinthians acabou eternizado. Em 2011, ele foi o primeiro atleta sem ligação com o futebol a ser homenageado na calçada da fama do clube, com o qual construiu uma relação de paixão.
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