Esporte
Publicado em 01/10/2026, às 11h07 Foto: (Divulgação / X / Manchester City) Gustavo Leal
O Manchester City pode sofrer punições severas após o clube ser considerado culpado de mais de 100 violações por violar regras financeiras da Premier League. De acordo com o jornal britânico The Guardian, rivais pressionam a liga exigindo sanções por várias temporadas e enxergam que apenas um rebaixamento para a Championship (segunda divisão da Inglaterra) não seria o suficiente.
A Premier League constatou que entre as temporadas 2009/10 e 2017/18, o Manchester City organizou acordos comercias fictícios para inflar receitas; registrou contas falsas e ocultou a real situação financeira de auditores e reguladores. Além disso, o clube pagou o ex-técnico Roberto Mancini por fora por meio de um contrato com outro clube e dificultou o processo de investigação durante anos omitindo documentos.
Apesar da pressão, os clubes não têm participação no processo de decisão das punições. O Manchester City tem até o dia 2 de outubro para apresentar recurso e a Premier League vai ter 12 semanas para avaliar a apelação.
O atual vice-campeão inglês pode ser punido com perda de pontos, embargos de transferência e até uma possível expulsão da Premier League. Os Citizens se declaram inocentes de todas as 115 acusações.
"O Manchester City FC está tanto desapontado quanto surpreso com a opinião da Comissão da Premier League, publicada hoje.
O Clube é inocente das acusações feitas pela Premier League e existe um corpo abrangente de provas irrefutáveis em apoio a todas as suas posições relacionadas a este caso. Portanto, o Clube será implacável e, quando necessário, proativo em todos os fóruns regulatórios e legais apropriados.
O processo da Premier League continua em andamento, com elementos significativos inacabados. O Manchester City FC agora buscará as vias de recurso disponíveis, com base no fato de que a opinião contém erros materiais claros, de direito, princípio e fato, e é insegura.
O Clube respeitou diligentemente o devido processo por oito anos, com base na condição de que o Conselho e a Direção da Premier League se comportariam como reguladores independentes, imparciais e justos, livres de influência partidária.”
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