Neste domingo (3), quem esteve no Hospital Roberto Santos, no Cabula, em busca de atendimento de um otorrino saiu frustrado. Foi o caso da manicure Jussara de Souza, 28 anos, grávida de três meses. Ela saiu de casa, em Brotas, com um quadro de tontura e obstrução nasal. Ao invés de ser atendida por um clínico, Jussara preferiu buscar outro hospital. Simplesmente não havia nenhum especialista de plantão na unidade estadual de saúde.
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Apesar da deficiência apontada, o movimento é relativamente tranquilo no setor de emergência. O mesmo acontece na parte pediátrica, onde foi possível perceber a chegada de uma ambulância do município de Muritiba, no recôncavo baiano.
Uma mãe que acompanha o filho internado aproveitou a presença da equipe de reportagem do
Bocão News para fazer uma queixa. “O pessoal da direção devia isolar o prédio porque o som da favela lá fora é ouvido aqui dentro”, disse a mulher que preferiu não se identificar. No momento, realmente dava para ouvir um pagodão vindo de um barraco bem próximo ao estacionamento lateral.
Fotos: Gilberto Júnior/Bocão News
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