Reunião pôs fim ao impasse sobre o destino das cargas de urânio que estavam paradas no pátio da Polícia Militar de Guanambi há quatro dias, nesta quinta-feira (19). A comissão formada para discutir o assunto entrou em acordo com as Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Como condição, a carga permanecerá lacrada até que questões referentes ao processamento sejam finalizadas.
Os caminhões seguirão com o material radioativo (90 toneladas) para Caetité, destino original da carga, ainda hoje. Para garantir o transporte da carga, 160 policiias militares do 17º Batalhão e da Companhia de Ações Especiais do Sudoeste irão acompanhar a viagem do urânio, ao seu destino original.
Segundo o capitão Marcelo Pitta, assessor de comunicação da PM, declarou que não se trata de uma escolta, mas sim de uma maneira de garantir a integridade das pessoas envolvidas.
Nesta quinta, a população de Guanambi protestou contra a permanência da carga na cidade. Mais de 500 pessoas foram até o 17º Batalhão de Polícia Militar exigindo que o material radiotiavo fosse imediatamente retirado do município.
// Com informações da Folha.com
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