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Publicado em 03/06/2017, às 07h32 Redação BNews
Em uma montagem publicada na internet, Burnier era comparado a uma prostituta. No processo contra Santos, o jornalista alega que começou a sofrer uma campanha difamatória por parte do MBL na época em que trabalhava na cobertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em meados de 2016, "com a intenção de abalar a sua credibilidade, ferir a sua dignidade e decoro e inibir a sua isenta atuação profissional”.
Burnier alega ter sido descrito como alguém que "é muito severo com oposicionistas de 93 anos, mas pode ser incrivelmente doce com criminosos bem mais jovens", que teria "posições de esquerda notórias e conhecidas" e que seria "um esquerdista Global de joelhos para o PT. Na montagem fotográfica em que é retratado como uma prostituta, ele aparece oferecendo "seus serviços" para a então presidente Dilma Rousseff.
O repórter da Globo afirmou que a montagem foi reproduzida em diversos sítios da internet e trouxe prejuízos a sua reputação e dignidade.
O líder do MBL não foi encontrado para comentar sobre o caso.