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Mais grifes famosas investigadas por trabalho irregular

Publicado em 19/08/2011, às 05h58      Redação Bocão News

Depois da Zara, mais seis marcas de roupas serão investigadas pelo Ministério Público do Trabalho por uso de mão de obra em condições análogas à escravidão em confecções paulistas. De acordo com a procuradora Fabíola Zani, responsável pelo caso, durante a fiscalização que encontrou três oficinas com bolivianos em condições degradantes fazendo roupas para a marca Zara também foram encontradas etiquetas das grifes Ecko, Gregory, Billabong, Brooksfield, Cobra d'Água e Tyrol.


As empresas serão chamadas para prestar esclarecimentos. Se for comprovado o uso da mão de obra de forma irregular --mesmo que por meio de terceirizadas, como ocorreu com a Zara--, as empresas poderão ser multadas, além de intimadas a assinar um termo de conduta para acabar com a prática. A Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) aplicou autos de infração trabalhistas à Zara que, somados, podem atingir R$ 1 milhão.

Informações da Folha

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