Geral

Baterista do Estakazero já saiu do HGE com meningite

Publicado em 16/09/2011, às 18h47      Redação Bocão News

Em entrevista ao programa Se Liga Bocão desta sexta-feira (16), o advogado da família do baterista da Estakazero, Paulo César Perrone de Souza Júnior, 32, Rodrigo Chiprauski, disse que o músico já saiu do Hospital Geral do Estado (HGE) com meningite e com um quadro de infecção hospitalar, apesar da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e da assessoria da unidade não terem se pronunciado sobre o caso.

"Perrone já saiu do HGE com meningite e com infecção hospitalar causado por três bactérias. Os relatórios medicos constam isso", afirma Chiprasuski.

De acordo com assessoria da unidade, "o músico foi transferido para o Hospital das Clínicas (Hupes) no dia 31 de julho e não há mais responsabilidade sobre o seu estado de saúde". A declaração é uma resposta à nota emitida pelo Hospital das Clínicas (Hupes) à imprensa na quinta-feira (15). 

A assessoria de comunicação da Hupes, reafirma a declaração do advogado ressaltando, no entanto, que o paciente já chegou na unidade com o quadro de infecção, mas que apesar disso, o estado de saúde do músico é estável e as febres têm diminuído. Conforme ainda a mesma fonte, a meningite que afeta o músico é bacteriana, diferente da doença do tipo C - que matou três funcionário do Complexo de Sauípe nesta semana. Perrone está internado na enfermaria de infectologia da Hupes e está sob os atendimentos do médico Roberto Badaró.
O músico foi baleado na cabeça em uma saidinha bancária no Caminho das Árvores, em julho deste ano. Após passar por cirurugias no HGE, a vítima foi transferida para o Hupes, onde se recupera do estado de coma.

O advogado conta ainda que o Bradesco, agência onde Perrone sacou o dinheiro e logo após sofreu a tentativa de latrocínio, roubo seguido de morte, ainda não se pronunciou sobre a situação.

"O Bradesco está queito no lugar dele só esperando no que vai dar. Quero saber, por exemplo, por que o banco permitiu que o rapaz, que seria o olheiro da quadrilha, que estava dentro da agência, usasse o celular, o que é proibido por lei", questionou.

Classificação Indicativa: Livre


Tags