A Norml, uma Organizações Não Governamental (ONG) americana, uma das mais atuantes na defesa da descriminação da maconha, chega ao Brasil.
Com sede no Rio, a ONG tentará formar grupos para levar ao Congresso projeto que visa a liberação da droga. Para isso, a Norml que teve proposta negada no Canadá adaptará um novo discurso. Será desvinculado o uso da droga como fim medicinal, relacionando a descriminalização à violência no país.
Em reportagem do jornal Estado de S. Paulo, um dos organizadores da Marcha da Maconha, o sociólogo Renato Athayde, teria afirmado que no Brasil o apelo ao uso medicinal tem pouca influência sobre a população. "Vamos apoiá-lo, mas expliquei para eles que a população entende melhor a causa quando associada à violência."
Na Califórnia, Estados Unidos, a proposta da ONG Norml de legalização da venda de maconha para uso pessoal foi rejeitada em plebiscito no mês passado, com 54% dos votos contra a liberação, e 46% a favor.
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