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Moradores da Baixa da Égua protestam contra falta de segurança

Eles reclamam da ineficiência policial diante das quadrilhas de traficantes  |  

Publicado em 19/03/2011, às 12h36      Ivana Braga

A morte de Cláudia Sacramento da Cruz, 38, ocorrida na noite desta sexta-feira (18), na Baixa da Égua, na Federação, causou revolta nos moradores da localidade que reclamam da falta de ação policial. Para protestar contra mais essa ocorrência resultado de brigas entre traficantes, a comunidade realiza, logo mais, a partir das 16h30, uma manifestação que busca chamar a atenção das autoridades da área da Segurança Pública para a fragilidade no bairro.

Cláudia Cruz teria sido morta pelos traficantes “Jau”, Alan e Casca, que seriam remanescentes da quadrilha comandada por Uadson, morto dentro da cadeia após ser preso em uma operação policial em que foram mortos dois integrantes do bando - “Careca” e “Negona” – em suposta troca de tiros cm a polícia, em novembro de 2010, após balearem uma senhora de prenome Gildava, irmã de Tripa, apontado como chefe do tráfico de drogas na Baixa da Égua.

O enterro de Cláudia Cruz, morta com dois tiros que teriam sido disparados por “Jau”, será enterrado na tarde deste sábado, no cemitério do Campo Santo, às 16h30. Saindo do cemitério,os moradores da Baixa da Égua seguirão em caminhada de protesto pelas ruas da Federação buscando chamara atenção para a situação de violência a que estão expostos diariamente. “Cláudia não tinha nenhum envolvimento com esse pessoal e foi mais uma vítima da vingança dos rivais de Tripa”, desabafa um dos moradores do local.

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