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Publicado em 10/08/2026, às 19h56 Agência Brasil Mariana Cedrim
Após casos recorrentes de envio de mensagens através de transações via Pix, o Banco Central divulgou, nesta segunda-feira (10), uma série de ações previstas para melhorar a segurança do sistema de pagamentos instantâneos, em parceria com instituições financeiras.
O BC estuda medidas para impedir o uso inadequado da ferramenta, que têm sido usada para propagar ameaças e ofensas entre os usuários. "O campo de descrição das transações deve ser usado para que o pagador registre informações objetivas sobre o pagamento e tem sido utilizado, em algumas situações, como veículo para mensagens ofensivas, intimidatórias ou ameaçadoras, frequentemente associadas a transferências de valor irrisório".
Outras novidades previstas pelo Banco Central será o uso de técnicas de inteligência artificial e de machine learning para indicar a probabilidade de fraude no sistema de pagamentos, calculado de forma centralizada pelo regulador em tempo real para todas as transações.
Até 2025, aproximadamente 148 milhões de pessoas (cerca de 86% da população adulta brasileira) e 12,8 milhões de empresas fizeram ou receberam pelo menos um Pix. Além disso, foram realizadas quase 80 bilhões de transações, movimentando mais de R$ 35 trilhões.
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