Geral
Publicado em 11/07/2025, às 16h32 Reprodução/Instagram Gabriel Santana
O novo laudo da morte da brasileira Juliana Marins foi divulgado pela perícia da Polícia Civil, nesta sexta-feira (11), em entrevista coletiva e trouxe revelações inéditas. Ela morreu por causa de duas quedas enquanto estava na trilha do Monte Rinjani, na Indonésia. Segundo a perícia, Juliana sobreviveu durante 32 horas após cair pela primeira vez.
Segundo informações de Mariana Martins e da equipe que realizou a autópsia do corpo de Juliana, ela caiu às 17 horas, aproximadamente, no dia 20 de junho. Além disso, a Polícia Civil explicou em entrevista coletiva, que ela caiu escorregando por 220 metros com as costas no terreno e na última queda, deslizou por mais 60 metros e caiu de frente no chão e essa segunda queda foi o motivo de sua morte.
Se inscreva no canal do BNews no YouTube.
Em matéria veiculada pelo G1, Reginaldo Franklin, perito da Polícia Civil, disse que foram encontradas algumas larvas no couro cabeludo de Juliana. Com base no inseto, a hora da morte foi às 12h15 do dia 22 de junho (na Indonésia) e explicou que “foi uma morte agônica, hemorrágica, sofrida”. Ele ressaltou que a brasileira agonizou de dor por mais 15 minutos até morrer.
Mariana disse ainda que “nem se Juliana estivesse no mesmo lugar eles conseguiriam chegar até ela, porque eles só conseguiram chegar até 150 metros e ela estava a 220 metros”. Também contou que Juliana ainda gritou por ajuda para os turistas europeus.
Nomes antigos voltam a ser tendência entre as crianças da Geração Z em 2025
Autopsia brasileira traz resultado sobre causa da morte de Juliana Marins