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Publicado em 12/10/2026, às 09h38 - Atualizado às 10h13 Divulgação Alex Torres
O fechamento de uma fábrica da Toyota, considerada a maior fabricante de automóveis do mundo, impactou a vida de 1.500 funcionários. A decisão ocorreu na unidade localizada em Indaiatuba, interior do estado de São Paulo, que já contava com quase três décadas de produção.
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Inaugurada em 1998, a fábrica de Indaiatuba acumulou mais de 1 milhão de veículos fabricados ao longo de sua história. Antes do fechamento, ocorrido em 30 de junho deste ano, aproximadamente 1,5 mil funcionários integravam o quadro de trabalhadores da unidade.
A decisão faz parte de uma ampla transformação na estrutura industrial da montadora, responsável por modelos populares no mercado brasileiro, como Corolla, Corolla Cross e Hilux. No entanto, apesar do fechamento, vale destacar que a empresa não anunciou sua saída do Brasil.
Segundo informações divulgadas pelo blog Quatro Rodas, a medida pretende concentrar suas operações em um complexo industrial maior, modernizar as linhas de montagem e ampliar a fabricação de veículos com novas tecnologias.
A iniciativa de concentrar todas as linhas de montagem de veículos de passeio no mesmo local, faz com que a marca ganhe em escala logística e otimize a manufatura, uma resposta pragmática à agressividade de preços das rivais.
Depois do encerramento da unidade, a fabricante também confirmou a inauguração de uma segunda unidade dentro do complexo de Sorocaba, também no interior de São Paulo, para novembro de 2026. O local também ficará responsável pela fabricação do modelo Sedan do Toyota Corolla.
O novo local absorve parte do ciclo de investimentos de R$ 11 bilhões garantido até o ano de 2030. A realocação dos trabalhadores da Toyota deve acontecer de forma escalonada, mas também existe a possibilidade de demissão voluntária, evitando rupturas drásticas no quadro de pessoal.
Por fim, para que pudesse acontecer a expansão, foi necessário a abertura de 2.000 novos postos de trabalho e também garante a capacidade produtiva para abastecer as vendas internas e o forte volume de exportações da montadora na América do Sul.