Geral

Confira oito manias da geração Z que intrigam outras gerações

Diversos hábitos dessa geração são bastante intrigantes  |  Reprodução / Freepik

Publicado em 28/08/2025, às 15h53   Reprodução / Freepik   Leonardo Oliveira

A Geração Z, nascidos entre 1997 e 2012, são jovens que cresceram divididos entre as mais diversas memórias, desde a presidência de George W. Bush e a familiaridade de usar um iPad ainda na mesa do restaurante.

De acordo com uma reportagem do The Washington Post, reunindo relatos de jovens e suas peculiaridades, diversos hábitos dessa geração são bastante intrigantes que mostram como eles questionam mas detestam serem rotulados. Confira algumas manias:

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Ligação como sinal de emergência

Para a Geração Z, ligações telefônicas são apenas para parentes com dificuldade para mandar mensagens ou em situações realmente graves. Nada de conversas longas nem de “alôs” formais, a comunicação é direto ao ponto, seja por texto ou por áudio.

AirPods como extensão do corpo

É raro ver um jovem sem os fones. Para muitos pais, é sinal de isolamento; para eles, é apenas sobrevivência em meio a uma avalanche de informações.

tudo em letra minúscula

De acordo com a reportagem, quando Ava Hausle, de 22 anos, estava no ensino médio, resolveu abandonar as letras maiúsculas por conta da informalidade das mensagens e a estética das redes sociais. Hoje, ela admite que pode ter que “voltar ao normal” quando ingressar no mercado de trabalho.

Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no Youtube

Relação com emojis

A relação da Geração Z com emojis é mutante. O clássico rosto sorridente perdeu espaço para ícones como o de choro, caveira ou até de cadeira (sim, cadeira). O excesso, porém, é malvisto: sinal de que alguém “não está atualizado”.

Fotos com cara de 2007

A câmera mais nítida é a busca dos smartphones mais recentes, no entanto, jovens como Kife Akinsola, de 19 anos, preferem câmeras digitais antigas por conta do charme, da granulação e da sensação de “memória congelada”, distante da perfeição polida dos celulares.

As mensagens de voz

De acordo com Carissa Newick, de 22 anos, o ideal é trocar textos longos por áudios rápidos no iMessage. Para ela, é mais fácil expressar sentimentos com a própria voz do que buscar os melhores emojis. Além disso, os amigos adoram ouvir, em grupo, como se fossem pequenos podcasts.

Fechar conta no bar

A reportagem mostra que os jovens evitam deixar a conta aberta nos bares. No happy hour do The Washington Post, todos os estagiários pediram para pagar cada rodada separadamente, mesmo utilizando Apple Pay.

Sem necessidade de dirigir

Com os aplicativos de transporte e sistemas públicos mais acessíveis, deixou de ser prioridade tirar a carteira de motorista. Segundo Brianna Schmidt, de 19 anos, a ansiedade ao volante e o custo de manter um carro não valem a pressa de conquistar a chamada “liberdade na estrada”.

Classificação Indicativa: Livre


TagsComunicaçãojovensligaçõesIPADmemóriaEmojisThe Washington Postgeração zmensagens de vozLetras minúsculasCâmeras digitais

Leia também


No Guinness: Saiba quem é a pessoa mais velha a escalar o Monte Fuji


Saiba qual é o 'recurso secreto' da Apple que indica espionagem no seu telefone