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Publicado em 01/11/2025, às 16h21 Foto: Reprodução / redes sociais Natane Ramos
Após a jovem Bárbara Elisa Yabeta Borges, de 28 anos, morrer após ser atingida por um tiro na cabeça durante um tiroteio entre facções na Linha Amarela, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na última sexta-feira (31), familiares da vítima se manifestaram.
Andréia Assis, sogra de Bárbara, esteve no Instituto Médico Legal (IML) do Centro, neste sábado (1º), e descreveu a nora. "Ela falava tão doce, era uma menina excepcional. Tinha planos de me dar um neto", declarou em entrevista ao jornal Extra.
A sogra revelou que a jovem tinha acabado de receber uma boa notícia, sendo promovida no banco em que trabalhava. "Estava superfeliz. Tirou a carteira de motorista, vibrando. Altos planos com meu filho. O meu filho chegou em casa carregado igual a um bebê de colo, ontem. Ele está dopado", comentou, emocionada.
"Eu trabalho, e tenho GPS para monitorar os meus filhos. Monitoro ele, o Breno, que é o meu mais novo, e a Bárbara. Eu fui fazer um negócio lá embaixo no prédio e tinha uma senhora vendo um vídeo desse arrastão. Aí, perguntei para ela: Isso é agora? Porque a gente nunca sabe. Ela disse: ‘É agora, nesse exato momento’. Quando subi, ele me ligou, já transtornado: ‘Mãe, corre, vê o que está acontecendo com a Bárbara'", relembrou.
Andréia revelou que seu filho percebeu algo errado com o GPS da companheira que estava no hospital. "Ele disse: ‘Está dando a localização dela dentro do Hospital de Bonsucesso’. Só que a gente esperava que ela tivesse passado mal, que estivesse ferida (…) Mas a menina já chegou praticamente morta", declarou.
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