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Publicado em 16/08/2024, às 12h04 Pixabay Marcelo Ramos
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou, nesta sexta-feira (16), que 73,9 milhões de domicílios particulares do país tinham televisão em 2023, um total de 94,3% dos 78,3 milhões de lares brasileiros. O resultado configura uma queda em relação a 2022, quando 94,9% dos domicílios tinham o aparelho.
Ainda de acordo com a pesquisa “Pnad Contínua: Acesso à internet e à televisão e posse de celular para uso pessoal”, em 2016, a proporção de residências com TV era ainda maior. Naquele ano, havia televisão em 97,2% dos domicílios do Brasil.
De acordo com o levantamento, os maiores resultados de 2023 ficaram com as regiões Sudeste (96,5%) e Sul (96%). Por outro lado, o Norte apresentou a menor proporção, com 88,8%.
Ao todo, 95,1% dos lares localizados em áreas urbanas tinham televisão no ano passado. Já nas áreas rurais, a proporção era de 88,5%.
A pesquisa estima que, em 2023, o Brasil tinha 65 milhões de domicílios com recepção de sinal analógico ou digital de TV aberta por meio de antena convencional, o que representa 88% dos domicílios com televisão do país, uma queda em comparação a 2022: 65,5 milhões de domicílios (91,6%).
Na área urbana, esse percentual foi maior do que na área rural (88,9% contra 80,9%). A região Sudeste apresentou o maior percentual, com 88,9% dos lares apresentando esse tipo de recepção de sinal, enquanto o Centro-Oeste registrou o menor percentual (86,8%).