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Universidade Federal revela que centro histórico tem edifícios com alto risco de incêndio

Universidade utilizou três metodologias para avaliar risco de incêndios em edifícios públicos e privados no local  |  UFMG / Divulgação

Publicado em 02/09/2025, às 14h49   UFMG / Divulgação   Gabriel Santana

Um levantamento, realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), identificou que existem treze edifícios no centro histórico de Ouro Preto (MG), considerados como de alto risco para incêndio.

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O conjunto urbano da cidade é tombado desde 1938 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em 1980, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), considerou como patrimônio mundial.

De acordo com a Folha, o levantamento foi realizado a partir da junção de três metodologias diferentes que analisam as chances de incêndios atingirem edifícios públicos e/ou privados da cidade.

A Prefeitura de Ouro Preto afirmou, em nota, que existem mecanismos para promover reformas dos imóveis particulares de famílias que não possuem recursos financeiros e atua judicialmente para garantir a conservação de imóveis de proprietários com capacidade financeira.

A Procuradoria-Geral possui em seu acervo aproximadamente 300 processos judiciais ativos que versam sobre as mais diversas questões relacionadas ao patrimônio histórico, incluindo condições de conservação de imóveis, regularização de obras, intervenções emergenciais e o cumprimento do dever legal de preservação”, destacou. 

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