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VÍDEO: Entregador por aplicativo é impedido de circular durante paralisação da categoria na Bahia

Paralisação da categoria acontece nesta segunda-feira (9), em todo o Brasil  |  Reprodução/Redes sociais

Publicado em 09/12/2024, às 18h25 - Atualizado às 22h45   Reprodução/Redes sociais   Redação BNews

Um entregador por aplicativo foi impedido de circular em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, nesta segunda-feira (9), por colegas de profissão. A situação aconteceu em meio à paralisação da categoria, realizada em 12 estados brasileiros. 

Na gravação, o motoboy afirma que também não conseguiu trabalhar em Salvador. “O cara falou: ‘Em Salvador, ninguém roda’”, declarou ele.

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De acordo com a Associação dos Motofrentistas, Mototaxistas e Motoentregadores da Bahia (AMMMBA), entre as pautas reivindicadas pelos trabalhadores, estão o aumento na taxa para R$ 2 por quilômetro, suporte humanizado do iFood e melhorias, com acompanhamento presencial, reajuste da taxa mínima para R$ 8, distribuição de bags a cada três meses, fim das rotas duplas e do agendamento.

Por meio de nota enviada ao BNews, o iFood afirmou que respeita o direito à manifestação pacífica e à livre expressão dos entregadores e entregadoras. “Como empresa brasileira e ciente do seu papel na geração de oportunidades, desde 2021, nos dedicamos à criação de uma agenda sólida e permanente de diálogo com os trabalhadores e representantes da categoria, para o aprimoramento de iniciativas que garantam mais dignidade, ganhos e mais transparência para estes profissionais”, declarou a empresa. 

“A companhia realizou aumentos pelos três últimos anos consecutivos. Em 2023, esse aumento foi de 4,5%. Este ano, a empresa atualizou em abril a precificação das rotas agrupadas, passando a pagar a partir de R$ 3 para cada entrega extra. Além disso, todos os entregadores parceiros do iFood têm acesso a seguro pessoal gratuito para casos de acidentes durante as entregas, assistência saúde, programas de educação, além de apoio jurídico e psicológico para casos de discriminação, assédio ou agressão sofridos pelos profissionais de delivery”, acrescentou.  

Por fim, a entidade disse estar disponível ao diálogo aberto com os entregadores para buscar melhorias para os profissionais e para todo o ecossistema. 

Classificação Indicativa: Livre


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