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Publicado em 06/09/2026, às 15h20 Khalifa nega as acusações - Reprodução/Instagram Elisa Martins
A apresentadora de televisão Sarah Khalifa do Egito e outras 11 pessoas foram acusadas de estarem relacionadas a tráfico de drogas e, por isso, condenadas à morte por enforcamento. Ela nega as acusações e a defesa afirma que vai recorrer da sentença, de acordo com informações da BBC News.
A última atualização sobre o caso confirmou que outros nove réus foram condenados à prisão perpétua, enquanto sete foram absolvidos. Khalifa, de 39 anos, tem reconhecimento por conta do seu programa de TV 'MissãoImpossível', que abordava questões sobre segurança e criminalidade no Egito.
Segundo o jornal estatal al-Ahram, a apresentadora e os outros acusados faziam parte de uma quadrilha que importava ingredientes usados na fabricação de drogas com o objetivo de vendê-las. Eles também teriam armas de fogo e munições ilegais. Foram detidos por autoridades mais de 750 kg de narcóticos e as matérias-primas em apartamentos que serviam como laboratórios.
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A condenação foi anunciada em agosto, mas apenas teve confirmação um mês depois, após o tribunal obter um aval religioso do grão-mufti do Egito, a maior autoridade religiosa do Egito. Esse é um procedimento legal em casos de pena de morte.
Ainda segundo informações do jornal al-Ahram, vinte testemunhas prestaram depoimento à promotoria, além da existência de provas eletrônicas, como conversas e vídeos.
Durante uma audiência, a apresentadora foi questionada pelo juiz sobre seu suposto envolvimento com o crime. Em resposta, Khalifa negou ter visto as drogas antes do dia em que foi fotografada com elas dentro das instalações da autoridade antidrogas.
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